Há muito tempo, em uma aldeia, no Brasil, nasceu uma menina linda, sua mãe faleceu logo após o parto. Em outra oca uma índia acabava de dar à luz a um menino.
As crianças cresceram juntas, a menina, sucessora de seu pai, o pajé, e o menino um futuro guerreiro. Apesar das diferenças, o amor que um sentia pelo outro crescia cada vez mais.
Aos 20 anos, Lua, como era chamada a Índia, perdeu o seu pai. E o menino Sol, foi para a sua primeira guerra, contra uma tribo vizinha. Ao retornar, pediu Lua em casamento. Dois meses depois, se casaram, foi feita uma celebração, com danças e músicas tradicionais.
Depois de um ano, Lua deu à luz a uma menino, ela ficou muito fraca e doente. Como Sol tinha como obrigações caçar e garatir a segrança da aldeia, quem cuidava do menininho, era outra índia.
Uma tribo vizinha, estava pronta para atacar, Sol preparou seus guerreiros. A luta durou 6 dias, mas quando os índios voltaram, traziam em cima de uma "maca" improvisada, um corpo. Vendo a movimentação, Lua saiu, com muito esforço, de sua oca para saber o que havia acontecido. Foi quando percebeu que o índio morto era o amor da vda dela. Olhar para Sol, sem vida, era como se o mundo tivesse parado de girar, como se não existisse chão sob os seus pés.
Lua ficou ainda mais fraca e doente. O menininho, vítima de uma deoença muito comum entre os índios, adoeceu e com ainda era muito novo e vulnerável, veio a falecer algumas semanas depois. Lua estava desesperada e muito triste, havia perdido seu pai, seu marido, o filho e nãofazia idéia de como era sua mão.
Achando que não havia mais sentido viver, Lua tomou o chá de uma planta venenosa. Ela morreu rápido. Não houve como savá-la, Lua não queria ser salva, queria descansar, junto com a sua família.

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